A proposta busca fortalecer a educação do campo a partir da realidade dos jovens rurais, que enfrentam longas distâncias, transporte insuficiente, falta de conectividade, dificuldades de permanência e poucas oportunidades de continuidade nos estudos.

O jovem rural deve ter transporte acessível, calendário compatível com a vida do território, permanência escolar, conectividade e acesso à educação profissional. A proposta cria diretrizes para que políticas de educação do campo contemplem acessibilidade, juventude, conectividade, pedagogia da alternância, respeito às realidades produtivas e culturais dos territórios, mapeamento das barreiras enfrentadas por estudantes do campo com deficiência e integração com educação profissional e tecnológica.