Essa proposta valoriza a transparência como instrumento de controle social. Em vez de afirmar genericamente que o governo deverá reformar todas as escolas, cria diretrizes de transparência ativa sobre a infraestrutura da rede estadual.
A SEE deve disponibilizar microdados da rede física das escolas, com divulgação periódica em linguagem simples sobre acessibilidade arquitetônica, banheiros acessíveis, internet, biblioteca, laboratórios, quadra, climatização ou ventilação, segurança, condições de permanência dos estudantes e critérios de priorização de obras. Isso permite que famílias, estudantes, professores e sociedade acompanhem melhor as necessidades reais da escola pública.