Muitos programas falam de “projeto de vida”, mas essa ideia precisa considerar a realidade concreta da juventude. Para muitos jovens, o problema não é falta de sonho, mas falta de caminho, renda, orientação e oportunidade.

A proposta estabelece diretrizes para que escolas estaduais trabalhem direitos trabalhistas básicos, mundo do trabalho, novas formas de exploração, educação financeira ligada à realidade das famílias, acesso ao ensino técnico, universidades, bolsas, estágios, concursos, orientação vocacional e futuro das profissões. O objetivo é formar jovens mais conscientes, preparados e capazes de defender uma vida digna, sem romantizar a precarização.