Essa proposta busca fortalecer o combate à evasão escolar com um diferencial importante, compreender por que o estudante está se afastando da escola. A permanência não pode ser tratada apenas como matrícula ou frequência, porque muitos alunos continuam formalmente na rede, mas já perderam o vínculo com a escola.
Minas já tem ações de Busca Ativa Escolar, com adesão à plataforma do Unicef e resultados divulgados pela SEE, como o retorno de 68 mil estudantes em 2023 e 93 mil em 2024. A proposta nova seria criar diretrizes estaduais para que a permanência escolar considere a escuta dos estudantes sobre abandono, infrequência e desinteresse, além de fatores como transporte, saúde mental, trabalho precoce, violência, gravidez, capacitismo, racismo, insegurança alimentar e ausência de perspectiva. Também prevê medidas pedagógicas de reacolhimento, para que o estudante que retorna seja tratado como sujeito de direito.