O sistema de fomento costuma olhar com mais facilidade para os projetos e menos para os espaços. Mas o que mantem a cultura cotidiana de uma comunidade é o espaço onde é propagada. Lugar independente, a casa de cultura autônoma, o coletivo de bairro, o cineclube, o sarau, o centro cultural comunitário, etc.
A proposta é instituir uma política estadual de reconhecimento, apoio e fortalecimento dos espaços culturais independentes e comunitários, considerando sua função social, formativa, territorial e identitária. O texto pode prever reconhecimento legal dessa categoria, prioridade em políticas de fomento adequadas à sua escala, estímulo a instrumentos simplificados de apoio e valorização de sua contribuição para a diversidade cultural mineira.