A ausência de dados sistematizados sobre a realidade das pessoas com deficiência em Minas Gerais dificulta a formulação, a execução e a avaliação de políticas públicas. Sem informação qualificada, o Estado atua de forma fragmentada e muitas vezes desconectada das reais necessidades da população.
Nesse cenário, torna-se fundamental estruturar um sistema permanente de produção e análise de dados, capaz de mapear desigualdades regionais, monitorar políticas existentes e orientar novas ações. A produção de indicadores permite que o debate público saia do campo da percepção e avance para o campo da evidência.
Além disso, é necessário garantir que espaços de participação, como conferências e audiências públicas, sejam de fato acessíveis, permitindo que pessoas com deficiência participem em condições reais de igualdade. Política pública com participação efetiva, ela se torna mais justa e mais eficiente.