O acesso à cultura, ao esporte e ao lazer ainda é profundamente desigual para pessoas com deficiência. Mesmo com políticas de incentivo já existentes em Minas Gerais, a inclusão desse público ainda depende, muitas vezes, de iniciativas isoladas, sem uma diretriz clara que oriente o uso dos recursos públicos.
Essa realidade demonstra a necessidade de utilizar o financiamento estatal como instrumento de transformação. Projetos culturais e esportivos apoiados com recursos públicos precisam garantir acessibilidade e promover, de forma efetiva, a participação de pessoas com deficiência.
Ao direcionar incentivos, valorizar iniciativas inclusivas e fortalecer práticas como o paradesporto, especialmente em regiões periféricas e no interior, o Estado reconhece o direito ao corpo, à expressão e à convivência. Inclusão não se limita a serviços essenciais; ela também passa pelo direito de viver plenamente.