A juventude, especialmente negra e periférica, segue sendo a mais impactada pela violência. A resposta do Estado, muitas vezes, chega tarde ou não dialoga com a realidade desses territórios.

A proposta reconhece a necessidade de fortalecer ações de prevenção, com presença do Estado no território e integração entre políticas sociais. Também aponta para o fortalecimento de práticas que promovam resolução de conflitos e reconstrução de vínculos, especialmente no ambiente escolar e comunitário. Segurança pública também passa por oportunidade, presença e escuta.